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Têm dias que doem. Têm dias que eu faço questão de não sentir. Têm horas que parecem que a dor irá sumir, outras só confirmam que não.
Geyse Gimenez   (via u-nderstand)
3 days ago on 28 May 2012 @ 8:51pm + 1,656 notes
via faz-sonhar (originally romantizei)

Tyler x Caroline in S3 - requested by kelenachemistry

Aí você volta cheia de pressa em se livrar de mim e eu penso que tudo bem. E eu nem te amo mesmo. Não é você. E lá vem você me perguntar porque é que estão todos casando, e falar pela trigésima vez que você vai acabar sozinho e não deve nada a ninguém. E lá vem você me olhar apaixonada e, no segundo seguinte, fria. E me falar para eu não sofrer e para eu ir embora e para eu não esperar nada e para eu não desistir de você. E eu me digo que não é você. Porque, se fosse, meu sono seria paz e não vontade de morrer. Me despeço, já sem aquela dor aterrorizante, das partes de você que mais amo. Ainda que eu nem te ame mesmo. E me despeço das partes da sua casa que eu mais amo. Ainda que nada disso seja amor. Preciso me aliviar. O mundo não suporta mais esse meu não amor por você. Meus amigos espalmam a mão na minha cara e já vão logo adiantando que se eu pronunciar seu nome, eles vão embora sem nem olhar para trás. Remédios só me deixam com um bocejo químico e a boca do estômago triste, mas não tiram você do meu coração. E escrever, que sempre foi a única coisa que adiantava para os dias passarem menos absurdos, já se tornou algo ridículo. Escrever sobre você de novo? De novo? Tenho até vergonha. Nem eu suporto mais gostar de você. E olha que nem gosto. E no meio da noite, quando eu decido que estou ótimo afinal de contas tenho uma vida incrível e nem amava mesmo você, eu me lembro de umas coisas de mil anos e começo a amar você de um jeito que, infelizmente, não se parece em nada com pouco amor e não se parece em nada com algo prestes a acabar.
Tati Bernardi. (via incertacerteza)
1 week ago on 18 May 2012 @ 10:14pm + 3,499 notes
via incertacerteza (originally re-alejar)

6:30 da manhã de segunda a sexta.

Ela acorda pedindo pra dormir mais. Está cansada, esgotada dessa vida. Não fez nem 16 anos ainda e já está pedindo arrego. Pra ela tem sido dificil, cada dia, cada hora, cada segundo. Vive com a intensa dúvida na cabeça “eu vivo, ou sobrevivo?”, é uma pergunta que não cala. Sai de sua cama cambaleando de sono, se olha no espelho e auto se ver com olheiras, pálida e aqueles lindos cabelos todo bagunçado. Ela não liga, simplesmente entra em baixo do chuveiro e fica lá, deixando aquela aguá quentinha aquecer teu corpo frio. Toma teu banho, e a maioria das vezes é aquele “o lugar”. O lugar que ela sempre coloca pra fora tudo aqui que te incomoda, ou seja, ela chora, bem baixinho, para que ninguém possa escutar. Coloca o uniforme e vai pra escola. Não faz questão de um rímel, muito menos de um pó ou um batom. Apenas vai. Na escola é aquela menina deserta que tem poucos amigos, fala pouco e não dá um sorriso. Vive sendo criticada por todos, ninguém liga pois não sabem como ela está por dentro. Morrendo, aos poucos. Ela não perde tempo tentando explicar, pois sabe que ninguém vai entender-la. Sai da escola, direto pra casa. Aguenta calada as asneiras que sua mãe fala, mal come, toma outro banho, chora mais um pouco e deita em tua cama e dorme. E fica ali, trancada por horas até o próximo amanhecer, que acontece tudo de novo. Essa vida fútil que ela vive, virou rotina. Mas a 1 ano atrás nada era assim. Esta menina começou a viver assim depois de parar pra observar que ela vive em um mundo hipócrita, onde as pessoas fazem de tudo pra acabar uma com a outra. Vive em uma sociedade lixo. Sem contar que o fato de ele ter usado ela também contribuiu muito para com que ela vivesse assim por um bom tempo. Desligada, com o corpo ali, mas a mente, longe, muito longe. Em um lugar onde ela via o rosto dele e sorria, um lugar onde todos eram amigos, não tinha ódio nem brigas, era apensa felicidade e amor. A combinação perfeita. Então me diz: o que curaria esta jovem? Um novo amor? Sim, um novo amor. E então, do nada Ele apareceu em sua vida, colocando cada coisa no seu devido lugar. Trouxe de volta teus sorrisos perdidos, a alegria, colocou uma nova cor em teu mundo. Deu a ela então motivos pra viver não sobreviver. Deu motivos a ela pra enxergar que ela estava perdendo tempo não vivendo tudo o que tinha que viver. Deu a ela então um novo coração, podemos dizer assim. Deu a ela amor e carinho. Deu a ela tudo o que ela precisava. Um novo amor -correspondido-. free-feelinggs

1 week ago on 18 May 2012 @ 10:14pm + 263 notes
via free-feelinggs (originally free-feelinggs)

Virou uma rotina dizer adeus. E tornou-se espontâneo dizer “Olá, como vai você?” sem ao menos se importar com a resposta alheia, só dizer isso por questão de educação. É como se eu estivesse vivendo como uma morta-viva. Como se eu estivesse no piloto-automático. Meus pensamentos já se tornaram tão confusos até para minha mente cansada. Meu coração virou um buraco negro que suga qualquer coisa, só como uma desculpa para manter-se batendo. E mesmo sabendo dos conflitos internos que eu estou tendo, não movo nenhum centímetro para mudar algo. Continuo fingindo que não percebi as mudanças que estou causando. Continuo colocando esta máscara e saio por aí, como se fosse uma pessoa normal. Afastei cada um que tentou aproximar-se. Afastei aqueles que já eram próximos. Disse adeus para quem eu não queria, por medo de me apegar. Por medo de criar laços. Eu já não consigo me importar, não consigo dizer que gosto das pessoas… Por mais que eu goste ― me perdoem por isso. Me perdoe por estar tão distante de vocês ou de mim mesma. O pior disso tudo, é que eu já não quero me ter de volta. Eu não quero voltar a ser o que eu era ou tentar mudar. Eu só preciso parar tudo e pausar todas as minhas emoções, todos os meus pensamentos conturbados, todos os meus desejos sombrios e tudo à minha volta. Desligar as vozes dos outros, parar de ouvir as cobranças, parar de tentar agir sob tanta pressão. Apenas parar por um momento e conseguir respirar. Não respirar dessa forma que tenho feito, todos os dias ― algo que vem me sufocando. E me faz ficar fraca. É difícil conseguir dizer isso para alguém. Eu tenho a vida que muitos gostariam de ter e talvez eu não seja merecedora disso. Já parei para pensar nisso tantas vezes. “O que eu faço aqui? O que eu quero para mim? Quantas vezes mais eu terei que machucar as pessoas?” Então, você que encontrou isso aqui… Se afaste. Eu devo começar a andar com uma placa pendurada, escrito: “Perigo! Quebrada demais para prestar qualquer coisa. Não se aproxime.”  E talvez assim, eu pare de sofrer pelos outros. Mas, como consequência começar a sofrer pela solidão que eu mesma me causei. Disso vou me arrepender, vou olhar para trás e ver o quanto fui imatura e covarde. Vou ver todos os meus erros e não poderei consertá-los porque já estarei longe demais. É verdade… Eu estou fugindo mesmo. Estou fugindo de todos e até de mim. Estou tão frágil que mais um tombo e eu sinto que irei quebrar, de vez. Novamente, a culpa é toda minha. (h-heartless)

2 weeks ago on 17 May 2012 @ 1:34pm + 6 notes
via h-heartless (originally h-heartless)
Anonymous
Lol half of your followers are on tumblrdatinggame(.)com

uhum, tendi td kkkk

2 weeks ago on 17 May 2012 @ 1:12pm
1 month ago on 29 April 2012 @ 11:49am + 6,301 notes
via fucker-icons (originally fucker-icons)
1 month ago on 17 April 2012 @ 7:25pm + 36,607 notes
via amigodoacaso (originally pandor4-deactivated20120302)

Virou uma rotina dizer adeus. E tornou-se espontâneo dizer “Olá, como vai você?” sem ao menos se importar com a resposta alheia, só dizer isso por questão de educação. É como se eu estivesse vivendo como uma morta-viva. Como se eu estivesse no piloto-automático. Meus pensamentos já se tornaram tão confusos até para minha mente cansada. Meu coração virou um buraco negro que suga qualquer coisa, só como uma desculpa para manter-se batendo. E mesmo sabendo dos conflitos internos que eu estou tendo, não movo nenhum centímetro para mudar algo. Continuo fingindo que não percebi as mudanças que estou causando. Continuo colocando esta máscara e saio por aí, como se fosse uma pessoa normal. Afastei cada um que tentou aproximar-se. Afastei aqueles que já eram próximos. Disse adeus para quem eu não queria, por medo de me apegar. Por medo de criar laços. Eu já não consigo me importar, não consigo dizer que gosto das pessoas… Por mais que eu goste ― me perdoem por isso. Me perdoe por estar tão distante de vocês ou de mim mesma. O pior disso tudo, é que eu já não quero me ter de volta. Eu não quero voltar a ser o que eu era ou tentar mudar. Eu só preciso parar tudo e pausar todas as minhas emoções, todos os meus pensamentos conturbados, todos os meus desejos sombrios e tudo à minha volta. Desligar as vozes dos outros, parar de ouvir as cobranças, parar de tentar agir sob tanta pressão. Apenas parar por um momento e conseguir respirar. Não respirar dessa forma que tenho feito, todos os dias ― algo que vem me sufocando. E me faz ficar fraca. É difícil conseguir dizer isso para alguém. Eu tenho a vida que muitos gostariam de ter e talvez eu não seja merecedora disso. Já parei para pensar nisso tantas vezes. “O que eu faço aqui? O que eu quero para mim? Quantas vezes mais eu terei que machucar as pessoas?” Então, você que encontrou isso aqui… Se afaste. Eu devo começar a andar com uma placa pendurada, escrito: “Perigo! Quebrada demais para prestar qualquer coisa. Não se aproxime.”  E talvez assim, eu pare de sofrer pelos outros. Mas, como consequência começar a sofrer pela solidão que eu mesma me causei. Disso vou me arrepender, vou olhar para trás e ver o quanto fui imatura e covarde. Vou ver todos os meus erros e não poderei consertá-los porque já estarei longe demais. É verdade… Eu estou fugindo mesmo. Estou fugindo de todos e até de mim. Estou tão frágil que mais um tombo e eu sinto que irei quebrar, de vez. Novamente, a culpa é toda minha. (h-heartless)

1 month ago on 17 April 2012 @ 6:50pm + 6 notes
via h-heartless (originally h-heartless)
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